COMITE EM DEFESA DA DEMOCRACIA – 2016 - POA/ RS
BOM DIA, DEMOCRACIA! News Letter-

 

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Dia 06 de dezembro, mês do Advento, em preparação ao Natal e também de cuidados com o sol, com a chegada do verão.

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Dia Nacional del Gaucho em Argentina
MARTIN FIERRO


1872 – dezembro, 06 - Publicação da primeira edição de "El Gaucho Martín Fierro", do argentino José Hernández, obra mestra da literatura gauchesca, seminal na caracterização do homem - creollo - argentino, mas com projeções sobre o Grande Pampa da América do Sul.
Ainda estão a ser melhor pesquisadas as influências, tanto culturais como políticas, da Argentina sobre o Rio Grande do Sul, podendo-se afirmar que elas vão, paradoxalmente, marcar a grande controvérsia ideológica que tanto dividiu o Estado entre 1893 e 1925, dando, enfim, as bases para a constituição dos blocos históricos da “esquerda” e “direita” vigentes até hoje. Ver Benedito Tadeu Cesar: Petistas x Antipetistas: o embate que se repete no Rio Grande do Sul - http://www.sul21.com.br/jornal/petistas-x-antipetistas-o-embate-que-se-repete-no-rio-grande-do-sul/ . Paradoxal porque, aqui, o positivismo que empolgou Domingo Sarmiento, Presidente argentino na segunda metade do século XIX, em sua condenação ao que considerava primitivismo do interior, viria a alimentar o bloco histórico da esquerda, desembocando no castilhismo que, por sua vez, desaguou nos chimangos de Borges de Medeiros, no trabalhismo de Vargas e no socialismo moreno de Brizola. Enquanto isso, foram os estancieiros da campanha, portanto interior, fortemente alimentada pelas tradições gauchescas, que viriam a se constituir na base dos maragatos, verdadeiros baluartes do liberalismo e do parlamentarismo, todos eles conservadores e apoiadores da UDN no período 45-64 , como do regime militar depois desta última data. Ver, sobretudo, o romance histórico “PERVERSAS FAMÍLIAS – Um castelo no pampa”, de Luiz Antonio de Assis Brasil, Ed. Mercado Aberto, POA, 4ª. Ed. 1995.

 

LA TRADICION (ARTE NATIVO)
El 6 de diciembre de 1872 apareció la primera edición de "El Gaucho Martín Fierro", de José Hernández, obra maestra de nuestra literatura gauchesca. Debido a ello, mediante la Ley 24303, se declaró como Día Nacional del Gaucho
Publicado por Jorge Frederico Duarte Weber no FB
https://www.facebook.com/elchangoduarte?fref=ts


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Como fazemos diariamente,
estamos abrindo nosso
“BOM DIA, DEMOCRACIA”
Uma parceria do COMITÊ EM DEFESA DA DEMOCRACIA,
com JORNAL BRASIL DE FATO , REDE SOBERANIA, RADIO FERRABRAZ, PORTAL LITORAL NORTE e JORNAL COLETIVO

Com o apoio da Central Única dos Trabalhadores CUT/RS , ADURGS SINDICAL e CRESOL
Bom Dia Democracia, um contraponto à grande mídia corporativa, na defesa da informação transparente/

Eu sou PAULO TIMM e registro os temas aqui comentados e respectivos links em meu FB e conto neste programa com a colaboração do radialista BABITON LEÃO.


CAPAS DOS PRINCIPAIS JORNAIS DO PAÍS
O GLOBO
Crédito no rotativo do cartão bate recorde
ESP
Prefeitos deixam de usar R$ 15 bi para educação
FOLHA
GSI libera garimpo em áreas preservadas da Amazônia
PODCASTS

🎧 Ouça o podcast
O ASSUNTO: o que vai acontecer com a Alemanha sem Merkel- Alemanha - na 4ª onda e sob nova direção

https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2021/12/06/o-assunto-593-alemanha-na-4a-onda-e-sob-nova-direcao.ghtml
Depois de 16 anos, a era Merkel deve chegar ao fim nesta quarta-feira, quando o Parlamento se reunir e confirmar Olaf Scholz como chanceler. De cara, às portas do inverno, o social-democrata terá de enfrentar o arrefecimento da pandemia - e a resistência de parte da população a se vacinar.

CAFÉ DA MANHÃ FOLHA UOL DIA 6 DE DEZEMBRO
https://www1.folha.uol.com.br/podcasts/2021/12/como-e-o-combate-a-aids-no-brasil-40-anos-depois-do-inicio-da-epidemia-ouca-podcast.shtml
Como é o combate à Aids no Brasil 40 anos depois do início da epidemia
Apesar do avanço no tratamento, pessoas que convivem com o HIV ainda sofrem estigma

 


 

ARTIGOS 2021

 

ORÇAMENTO SECRETO: UM ESCÂNDALO
file:///C:/Users/paulo/Downloads/A%20FOLHA%20801%20(5).pdf

Paulo Timm – A FOLHA, Torres RS – 02 dezembro 2021

 

Sempre condenei a adoção de EMENDAS PARLAMENTARES como um instituto que dá aos parlamentares o direito de indicar verbas para certas obras de seu interesse. Isso recorta, em primeiro lugar, o próprio ORÇAMENTO, que é a peça financeira do suposto PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO, determinado pela Constituição como instrumento de orientação às ações do Governo Federal. Aliás, o último destes Planos, do qual se fala com orgulho, é o II PND do Governo Geisel, ainda no regime militar (1974/78). Depois dele e sucessivamente, na redemocratização, virou letra morta, sobretudo na fase hiper inflacionária, quando todas as atenções se voltavam às tentativas de controlá-la. Com as EMENDAS PARLAMENTARES, estes Planos de Desenvolvimento viraram colcha de retalhos, sem qualquer unidade estratégica. Veja-se, por exemplo, como as Emendas Parlamentares praticamente dominaram, com sua participação, os investimentos de três Ministérios, Agricultura, Defesa e Turismo, segundo estudo do consultor legislativo Paulo Roberto S. Pires, divulgado pelo Jornalista Otavio Guedes no Programa Studio i, g1, de 30 de novembro corrente:

M. Agricultura - 97 %
M. Defesa -- 81%
M. Turismo - 62%

Não existe mais, pois, estratégia de governo e respectivos planos. Tudo conversa fiada.

A EMENDA PARLAMENTAR, de resto, cria, para o respectivo deputado, uma vantagem sobre seus concorrentes da própria sigla partidária, conduzindo à eternização dos detentores de mandato. É antidemocrático. É perfeitamente lícito que um parlamentar gestione, junto ao Poder Executivo, no exercício das funções constitucionais do Congresso – representar, legislar e fiscalizar -, por obras do interesse de sua comunidade, mas jamais com o poder imperativo de "fazer obras", tal como acabam sendo divulgadas suas Emendas. Finalmente, isso tudo começou há pouco tempo, com EMENDAS PARLAMENTARES INDIVIDUAIS, depois criaram as EMENDAS DE BANCADA e agora, nos dois últimos anos, inventaram as EMENDAS DE RELATOR, com as quais se criou um Mercado de “Toma Lá , Dá Cá” com os amigos do Rei. Um horror. Felizmente, houve por bem a Ministra ROSA WEBER suspender a farta distribuição destas benesses mas, ainda assim, os ilustres parlamentares tentam esconder o que já foi distribuído - o "pratrasmente"- , com irregularidades denunciadas pela imprensa e, aparentemente, objeto de investigação. Tudo com dinheiro público, sujeito aos princípios da Administração Pública, começando pela Transparência. Ninguém sabe, ninguém viu...

O dito Orçamento Secreto baseado nas Emendas Parlamentares de Relator deveria chegar, no ano que vem, a um valor perto de R$ 50 bilhões, metade do valor global do Auxilio Brasil destinado a 20 milhões de brasileiros. Consta que foi cortado e que, agora, vai ficar num valor pouco abaixo disso. Deverá se limitar a um teto, só para as Emendas de Relator, correspondente à soma das rubricas destinadas a Emendas Individuais, na ordem de R$ 9,6 bilhões e Emendas de Bancadas, na ordem de R$ 7,5 bi.

Tudo isso veio à tona, quando se soube, pela PEC dos Precatórios, aprovada na Corte do Rei Lira e, em boa hora, travada no Senado, que não havia dinheiro para o BOLSA BRASIL, impondo-se o calote nos PRECATÓRIOS para viabilizá-lo. Isso provocou uma corrida a estudos que vão revelando as entranhas do Orçamento Federal.

É de se lamentar, diante disso tudo, um certo silêncio da OPOSIÇÃO, a qual não comparece com um firme posicionamento sobre a matéria. Será porque também se beneficia com alguma migalha neste processo?

Nunca é demais reafirmar que o PRECATÓRIO é um título de crédito nominal, resultado de décadas de tramitação judicial, de teor absolutamente igual a um TITULO DO TESOURO. Calote num, é calote noutro. Um governo podre apodrece todas as instituições públicas. O Congresso, enfim, com o tal Orçamento Secreto e Emendas Parlamentares está apodrecendo a olhos vistos. Nem sou eu quem o diz. Ouço isso num programa vespertino, com crianças na sala, da Globo News, da boca da Maria Beltrão. Até quando?

 

 


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UNIÃO EUROPÉIA

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A ROUBALHEIRA FINANCEIRA NO MUNDO

O Relatório Kruchev

O RELATÓRIO KRUSCHEV: 60 ANOS

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O IMPEACHMENT EM CURSO 2015

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